"SOU UM LABIRINTO EM BUSCA DE SAÍDA." (Vinícius de Moraes)







terça-feira, 5 de março de 2013

SOUS LE CIEL DE PARIS (EDITH PIAF)

Abra o link abaixo e ouça a música “Sous Le Ciel De Paris”, uma pérola do cancioneiro francês, na interpretação de Edith Piaf:

 

SOUS LE CIEL DE PARIS  

Sous le ciel de Paris
S'envole une chanson
Elle est née d'aujourd'hui
Dans le coeur d'un garçon
Sous le ciel de Paris
Marchent les amoureux
Leur bonheur se construit
Sur une air fait pour eux
Sous le pont de Bercy
Un philosophe assis
Deux musiciens, quelques badauds
Puis des gens par milliers 

Sous le ciel de Paris
Jusqu'au soir vont chanter
L'hymne d'un peuple épris
De sa vieille Cité
Prés de Notre-Dame
Parfois couve un drame
Oui, mais à Paname
Tout peut s'arranger
Quelques rayons du ciel d'été
L'accordéon d'un marinier
L'espoir fleurit
Au ciel de Paris  

Sous le ciel de Paris
Coule un fleuve joyeux
Il endort dans la nuit
Les clochards et les gueux
Sous le ciel de Paris
Les oiseaux du Bon Dieu
Viennent du monde entier
Pour bavarder entre eux
Et le ciel de Paris
A son secret pour lui
Depuis vingt siècles il est épris
De notre île Saint-Louis  

Quand elle lui sourit
Il met son habit bleu
Quand il pleut sur Paris
C'est qu'il est malheureux
Quand il est trop jaloux
De ses millions d'amants
Il fait gronder sur eux
Son tonnerre éclatant
Mais le ciel de Paris n'est pas longtemps cruel…
Pour se faire pardonner, il offre un arc-en-ciel…

SOB O CÉU DE PARIS (tradução livre) 

Sob o céu de Paris
Se evola uma canção
Ela hoje nasceu
No coração de um rapaz
Sob o céu de Paris
Caminham os apaixonados
A felicidade se constrói
Sob um céu feito para eles
Sob a ponte de Bercy
Um filósofo sentado,
Dois músicos, alguns curiosos,
e também milhares de pessoas  

Sob o céu de Paris
Vão cantar até de noite
O hino de um povo apaixonado
Por sua velha cidade
Perto da Notre Dame
Por vezes se trama um drama
Sim, mas, em Paname
Tudo se arranja
Alguns raios do sol de verão,
O acordéon de um marinheiro
A esperança floresce
No céu de Paris  

Sob o céu de Paris
Corre um alegre rio
Ele adormece à noite
os mendigos e os esfarrapados
Sob o céu de Paris
Os pássaros do Bom Deus
Vêm do mundo inteiro
Para conversar entre eles
E o céu de Paris
Tem seu próprio segredo
Há vinte séculos ele está apaixonado
Por nossa Ilha Saint Louis  

E quando ela lhe sorri
Ele veste sua roupa azul
Quando chove em Paris
É porque ele fica infeliz
Quando fica ciumento demais
Dos milhões de amantes dela
Ele faz sobre nós ribombar
Seu trovão retumbante
Mas, o céu de Paris não fica por muito tempo cruel
Para se fazer perdoar, ele oferece um arco-íris.

ANDRÉ DE SAPATO NOVO (JACOB DO BANDOLIM)

Abra o link abaixo e ouça a música "André de Sapato Novo", composta por André Victor Correia, na interpretação de Jacob do Bandolim:


segunda-feira, 4 de março de 2013

BAILE NO ELITE (JOÃO NOGUEIRA)

Abra o link abaixo e ouça a música “Baile no Elite” composição de João Nogueira e Nei Lopes, na interpretação de João Nogueira:
 


BAILE NO ELITE
Fui a um baile no Elite, atendendo a um convite
Do Manoel Garçom (Meu Deus do Céu, que baile bom!)
Que coisa bacana, já do Campo de Santana
Ouvir o velho e bom som: trombone, sax e pistom.
O traje era esporte que o calor estava forte
Mas eu fui de jaquetão, para causar boa impressão
Naquele tempo era o requinte o linho S-120
E eu não gostava de blusão (É uma questão de opinião!)
Passei pela portaria, subi a velha escadaria
E penetrei no salão.
Quando dei de cara com a Orquestra Tabajara
E o popular Jamelão, cantando só samba-canção.
Norato e Norega, Macaxeira e Zé Bodega
Nas palhetas e metais (E tinha outros muitos mais)
No clarinete o Severino solava um choro tão divino
Desses que já não tem mais (E ele era ainda bem rapaz!)
Refeito dessa surpresa, me aboletei na mesa
Que eu tinha já reservado (Até paguei adiantado)
Manoel, que é dos nossos, trouxe um pires de tremoços
Uma cerveja e um traçado (Pra eu não pegar um resfriado)
Tomei minha Brahma, levantei, tirei a dama
E iniciei meu bailado (No puladinho e no cruzado)
Até Trajano e Mário Jorge que são caras que não fogem
Foram embora humilhados (Eu tava mesmo endiabrado!)
Quando o astro-rei já raiava e a Tabajara caprichava
Seus acordes finais (Para tristeza dos casais)
Toquei a pequena, feito artista de cinema
Em cenas sentimentais (à luz de um abajur lilás).
Num quarto sem forro, perto do pronto-socorro
Uma sirene me acordou (em estado desesperador)
Me levantei, lavei o rosto, quase morro de desgosto
Pois foi um sonho e se acabou
(Seu Nélson Motta deu a nota que hoje o som é rock and roll.
A Tabajara é muito cara
e o velho tempo já passou!)

BOLERO DE RAVEL (RAY CONNIFF)

Abra o link abaixo e assista um clipe da música “Bolero”, composta por Maurice Ravel, na interpretação da uma orquestra regida pelo maestro Ray Conniff:


domingo, 3 de março de 2013

EL CONDOR PASA (RICHARD CLAYDERMAN)

Abra o link abaixo e assista um clipe da música "El Condor Pasa", composta por Daniel Alomía Robles e Julio de La Paz, patrimônio cultural do Peru, na interpretação do pianista Richard Clayderman:

QUEM É QUE SABE? (OSWALDO MONTENEGRO)

Abra o link abaixo e assista um clipe da música “Quem é Que Sabe?”, composta e interpretada por Oswaldo Montenegro:

 

QUEM É QUE SABE?
 
Quem é que sabe, é o que pensa ou o que arrisca?
Quem é que sabe, saberia ou saberá?
Quem é que sabe o quê que vai durar no tempo?
Quem é que diz o que o futuro abrigará?
Qual é o valor que pode ter o pensamento?
Quem é o juiz que vai nos dar o alvará?
Qual é o artista que é melhor do que o colega?
Qual é a música que o povo aplaudirá?
Qual é a justiça que abre o olho e diz que é cega?
Qual é o porto donde o barco afundará?
Quem é que sabe, é o que pensa ou o que arrisca?
Quem é que sabe, saberia ou saberá?

Qual é o leme que o capitão confiscará?
Qual é o líder que o povo seguirá?
Qual é o certo, é o que pensa ou o que arrisca?
Quem é que sabe, saberia ou saberá?
Qual é a cor do vento frio em seu cabelo?
Qual é o defeito que a modéstia esconderá?
Qual é a ponta que enrolou esse novelo?
Quem é que diz, quem é que escuta ou vai falar?
Qual é o certo, é o que pensa ou o que arrisca?
Quem é que sabe, saberia ou saberá?

Qual é o critério que consagra a poesia?
Quem é que marca a ferro e fogo seu lugar?
Quem é que diz se é madrugada, é noite ou dia?
Qual é o limite em dar carinho ou educar?
Quem é que sabe o que é que faz a qualidade?
Quem é que sabe o que jamais perecerá?

A gente fica velho assim com que idade?
Qual é a distância entre o que acaba e o que virá?
Quem é que sabe, é o que pensa ou o que arrisca?
Quem é que sabe, saberia ou saberá?
Como eu não sei e nunca soube nada assino
Eu me divirto e levo a vida em declarar
Que a vida é quase que um mergulho na piscina
São dois segundos pra se aprender a nadar.

sábado, 2 de março de 2013

TICO-TICO NO FUBÁ (CARMEN CAVALLARO)

Abra o link abaixo e assista um vídeo da música "Tico-Tico no Fubá", eterna composição de Zequinha de Abreu, na interpretação do pianista Carmen Cavallaro:

ADIOS MUCHACHOS (DANIEL SANTOS)


Abra o link abaixo e ouça a música “Adios Muchachos”, tango composto por César Veldani, Julio Sanders, na interpretação de Daniel Santos:
 


ADIOS MUCHACHOS 

Adios Muchachos
Adios muchachos, compañeros de mi vida,
Barra querida de aquellos tiempos.
Me toca a mi hoy emprender la retirada,
Debo alejarme de mi buena muchachada.
Adios muchachos. ya me voy y me resigno.
Contra el destino nadie la talla...
Se terminaron para mi todas las farras,
Mi cuerpo enfermo no resiste más... 

Acuden a mi mente
Recuerdos de otros tiempos,
De los bellos momentos
Que antaño disfrute,
Cerquita de mi madre,
Santa viejita,
Y de mi noviecita
Que tanto idolatre.
Se acuerdan que era hermosa,
Mas linda que una diosa
Y que, ebrio yo de amor,
Le di mi corazón?
Mas el señor, celoso
De sus encantos,
Hundiendome en el llanto,
Me la llevo. 

Es dios el juez supremo.
No hay quien se le resista.
Ya estoy acostumbrado
Su ley a respetar,
Pues mi vida deshizo
Con sus mandatos
Al robarme a mi madre
Y a mi novia también.
Dos lagrimas sinceras
Derramo en mi partida
Por la barra querida
Que nunca me olvido.
Y al darle, mis amigos,
El adiós postrero,
Les doy con toda mi alma,
Mi bendición. 

ADEUS RAPAZES (tradução livre) 

Adeus rapazes, companheiros de minha vida,
turma querida daqueles tempos.
Cabe a mim hoje empreender a retirada,
devo afastar-me de minha boa rapaziada,
Adeus rapazes, já me vou e me resigno.
Contra o destino ninguém argumenta.
Acabaram para mim todas as farras,
meu ser enfermo não resiste mais. 

Voltam a minha mente,
lembranças de outros tempos,
de belos momentos,
que então eu desfrutei,
juntinho de minha mãe,
minha santa velhinha,
e de minha noivinha
que tanto idolatrei.
Lembram que era formosa,
mais bela que uma deusa
e que, ébrio eu de amor,
lhe dei meu coração?
Porém o Senhor, ciumento
de seus encantos,
cobrindo-me de pranto,
a levou.

É Deus o juiz supremo
Não há quem se lhe oponha.
Já estou acostumado
a respeitar sua lei,
pois minha vida desfez
com seus mandatos
ao levar minha mãe
e minha noiva também.
Duas lágrimas sinceras
derramo em minha partida
pela turma querida
que nunca me esqueceu.
E ao dar-lhes, meus amigos,
o último adeus,
lhes dou com toda minha alma,
minha bênção.

sexta-feira, 1 de março de 2013

PERFIDIA (XAVIER CUGAT)

Abra o link abaixo e assista um clipe da música "Perfidia", composição de Alberto Dominguez, na interpretação de uma orquestra regida pelo maestro Xavier Cugat:


MEU VÍCIO É VOCÊ (ALCIONE)

Abra o link abaixo e assista um clipe da música "Meu Vício é Você", composta por Chico Roque e Carlos Colla, na interpretação de Alcione:

 

MEU VÍCIO É VOCÊ 

Meu cigarro
É o perfume do mato
A bebida
É a água da fonte
Meu perfume
É a flor de laranja
Jogo apenas
O jogo do amor...
Eu não vou lhe dizer
Que não tenho defeitos
Mas com eles me arrumo
Me acerto, me ajeito
Meu problema é um segredo
Guardado no peito
Que se chama paixão...
Meu vício
É você!
Meu cigarro
É você!
Eu te bebo, eu te fumo
Meu erro maior
Eu aceito, eu assumo
Por mais que eu não queira
Eu só quero você...
Meu vício
É você!
Meu dadinho, meu jogo
De cartas marcadas
Essa droga de sonho
Não vai dar em nada
Fui rolando na vida
E parei em você...
Meu cigarro
É o perfume do mato
A bebida
É a água da fonte
Meu perfume
É a flor de laranja
Jogo apenas
O jogo do amor...
Eu não vou lhe dizer
Que não tenho defeitos
Mas com eles me arrumo
Me acerto, me ajeito
Meu problema é um segredo
Guardado no peito
Que se chama paixão...
Meu vício
É você!
Meu cigarro
É você!
Eu te bebo, eu te fumo
Meu erro maior
Eu aceito, eu assumo
Por mais que eu não queira
Eu só quero você
Meu vício
É você!
Meu dadinho, meu jogo
De cartas marcadas
Essa droga de sonho
Não vai dar em nada
Fui rolando na vida
E parei em você...(2x)